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luna

Muitos me perguntam sobre nossos caminhos... 

Muitos tem as sensações de ter andado por entre eles, mas ainda trazem dentro de si o medo da programação que nos impuseram sobre a bruxaria.... 

Porgramações de horror, de medo, de tortura, de rituais macabros onde sacrificios de sangue são feitos a todo o tempo... 
Não, a bruxaria nada tem a ver com essa programação, somos seres do Universo plenos em nossos caminhos de amor, de paixão e dedicação a Natureza, preservamos e amamos o que é mais lindo em nós... "A VIDA" em sua totalidade... 
A vida nos trás a liberdade de escolhas, de sentimentos e ações... e isso é ser bruxa... 
Ser livre, ter asas para redescobrir cada mistério oculto dentro de nós mesmas... quem somos na verdadeira essência... 
Relembrar, Reviver, Reafirmar, a vontade de ser Livre, correr, cantar, sonhar, se deitar sobre a relva em uma noite de luar e reverênciar com toda a emoção a Grande Criadora de tudo o que temos.... Nossa Grande Mãe... 
Carinhos... Luna de Haya... 

Nova camada...

CROMOTERAPIA
CROMOTERAPIA

 

CTR

A história da Cromoterapia....

 

Desde a mais remota antigüidade já se tinha conhecimento da importância do espectro da luz sobre nossas vidas e da importância do conhecimento da sua utilização. O tratamento pela cor foi, possivelmente, o primeiro tipo de terapia empregado pelo homem pois é um método que existe na própria natureza, sendo um recurso natural para conservar o organismo equilibrado e em harmonia, tanto absorvendo as cores naturais como usando as cores através da ingestão de alimentos.

A Índia.....Esse país foi o que melhor contribuiu para a descoberta das leis sutis da cura, e em particular, da cromoterapia. Duas grandes correntes marcaram sua história: a via do Tranta (a da experiência) e a via de Shankara e Patanjali (a da ascese). Esses iogues consideram o homem como uma parte do universo capaz de realizar sua identidade com esse mesmo universo (estado de consciência chamado Samadhi). Nesse estado, numerosos sábios (rishis) dos tempos védicos compreenderam, por intuição, as leis da cura física e mental colocando as bases da ciência médica ayurveda. Essa ciência antiga, ainda pouco conhecida no Ocidente, compreende a terapia das plantas, a dietética, a massagem, as limpezas internas, a respiração, o uso dos sons (nada-yoga), assim como a cromoterapia.
Para os terapeutas hindus, a cor é ao mesmo tempo objetiva e subjetiva. A cor age sobre o corpo sutil do homem num nível de energia que toca ao mesmo tempo o mental e o físico. Esse corpo de energia sutil foi posto em evidência, de uma forma quase científica, pelo pesquisador russo Kirlian, que conseguiu cristalizá-lo sobre a fotografia.
Esse corpo de energia sutil parece estar em íntima relação com o sistema endócrino do homem. O controle desse corpo energético se efetua graças a centros que a tradição chama de chakras. Uma teoria bem próxima da acupuntura chinesa, afirma que a corrente eletromagnética terrestre entra nos chakras dos pés, depois sobe ao longo do sistema nervoso espinhal, onde pára a um certo nível marcando a evolução do indivíduo. Para a tradição hindu, os seres humanos que ultrapassam o chakra da garganta são pessoas muito excepcionais, capazes de se autocurar e de curar os outros. Quanto mais a circulação da energia se relenta nos canais sutis, mais o homem se torna materialista.
De acordo com a medicina tradicional indiana ayurvédica, cada um desses centros de energia pode ser tratado em certas pertubações físicas particulares. Os textos antigos afirmam que as cores e os sons desempenham um papel importante no equilíbrio do corpo sutil do homem e, igualmente, sobre sua saúde."
         Nos tempos da Atlântida as doenças físicas, mentais e emocionais eram tratadas com as cores que irradiavam dos cristais. Os seus habitantes construíram um templo de cura cuja entrada era constituída por 12 degraus; o paciente subia por eles e passava por 12 colunas, 6 de cada lado. Entrava, então, em uma sala redonda que era o coração do templo. O teto dessa sala era formado por cristais que formavam símbolos e emanavam determinada cor. Em volta da sala principal havia salas individuais de cura, cada uma com uma cor diferente para um fim específico. Estas salas eram usadas tanto para cura física como para partos, problemas de relacionamento, problemas emocionais e passagem desta vida. No próximo artigo, enviarei a vocês uma visualização que tem como tema esse Templo de Cura da Atlântida e que já demonstrou ser muito proveitosa como instrumento terapêutico.


     Os papiros contam que o Deus Thot era o mestre das cores, e que ele as utilizava com a finalidade de curar e de despertar as faculdades espirituais. A cor amarela de Ísis estimulava o mental, enquanto que a cor vermelha de Osíris aumentava a força vital. Os egípcios também construíram templos de cura com salas que tinham janelas de cristal ou vidro que filtravam a luz que emanava as cores do espectro. As pessoas passavam por um diagnóstico e depois eram colocadas em uma sala que emanava a cor da qual estavam precisando. Eles também usavam os cristais, pois acreditavam que eles possuíam as cores puras do Universo.

 


      Durante a Idade Média, no Ocidente, a Cromoterapia era usada somente por iniciados uma vez que a Igreja Católica considerava sua prática como bruxaria.
Em 1665, o físico Isaac Newton (1643-1727) descobriu que a luz branca do sol, ao atravessar um prisma, decompunha-se em sete cores fundamentais: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta. Assim sendo, as cores são vibrações diferentes do espectro luminoso, cada uma com um comprimento de onda diferente.

     No inicio do séc. XIX, com o grande salto de medicina alopata, a cromoterapia, bem como as outras terapias naturais foram esquecidas. No entanto, no final do mesmo século, Pancoast, em seu livro “A Luz Azul e Vermelha”, ressuscitou essa técnica utilizando panos e pequenos pedaços de vidro azul e vermelho por onde passavam as luzes.

      Em 1878 Edwin Babbit publicou o livro : “The Principles of Light and Colour”. Ele se diferenciou de Pancoast porque acrescentou ao tratamento a cor amarela e criou pequenas cabines chamadas “Thermoline”, onde utilizava a luz direta do sol. Esta cabine mais tarde foi remodelada passando a usar um disco com filtros coloridos usando a eletricidade. Ele também fez uso da água solarizada.

      Em 1934 Dinshan publicou o terceiro volume do seu trabalho sobre o espectro cromático. Ele acreditava que o som, a luz, a cor, o magnetismo e a audição estavam na mesma energia diferenciando, apenas, a freqüência vibracional. Ele constatou que a cor tem a mesma freqüência vibracional do corpo físico e assim, inventou uma máquina que transmitia a cor através de slides.

      Atualmente a Cromoterapia vem sendo usada com ótimos resultados como auxiliar nos tratamentos de doenças físicas, emocionais e espirituais. Podemos ver na prática diária, por exemplo, a ação da cor como calmante, ajudando pessoas com insônia a dormir melhor. No campo físico, temos tido resultados excelentes no auxilio ao tratamento de tendinite, fraturas e todo o tipo de problemas ósseos.

 

 

     As cores fazem parte de nossa vida desde o nascimento. Você consegue imaginar um mundo em preto e branco?

     Através da cor, definimos o mundo que nos rodeia, o que nos agrada e o que nos desagrada. A cor revela nosso estado de espírito, nosso estado de saúde, até mesmo nossas emoções que são inspiradas pelas cores e influenciam nossa conduta.

     Algumas cores deixam-nos mais felizes, outras fazem-nos mergulhar em melancolia. Algumas relaxam, distraem e outras ajudam-nos a sintonizar com energias superiores.

     A cor está tão presente no nosso cotidiano que, em geral, nem nos damos conta disso. A cor nada mais é que uma sensação provocada pela luz sobre os órgãos da visão, os nossos olhos. Não tem existência material. Só podemos ter percepção das cores na presença de luz.

     As cores influenciam diretamente no humor das pessoas e um objeto bem iluminado se torna mais seguro. Existem diversas experiências comprovando a influência das cores no comportamento das pessoas. Há também uma certa padronização de cores no meio de trabalho. Por exemplo, usar cores frias em ambientes onde se trabalha com fornos, cores claras em cabinas de barcos dando a sensação de amplitude.

     O fenômeno da cor explicado pela física pode-nos oferecer uma elucidação mais científica, enquanto a observação pessoal pode comprovar os efeitos da cor em nossa vida pessoal.

     Olhe em volta e observe a natureza - criação de Deus – , o Grande Arquiteto da Vida. Da cor da terra em que pisamos, com seus vários matizes, até o infinito do espaço cósmico, tudo está em harmonia.

     Você pode começar a prestar atenção e observar pela sua sensibilidade, quais cores têm efeito mais positivo ou não, no seu dia-a-dia, no seu humor, na sua produtividade.

     Pessoas em diversas épocas e culturas começaram a anotar estes pontos e a criar os primeiros apontamentos a respeito da terapia com as cores, denominada cromoterapia.

     Empregada desde antes da Era do Ouro da Grécia e nos saudáveis tempos de luz e cor de Heliópolis, no antigo Egito.

     Sempre venerada nas antigas civilizações da Índia e da China através dos tempos, tem sido empregada a sabedoria da cor para estabelecer o equilíbrio e harmonia, para acalmar e sustentar, para sarar e restaurar e criar outra vez.         Todas elas formam expressões para apresentar o único e divino princípio de ondas de luz.

     Cromoterapia é, assim, o resultado de técnicas que usam as cores para equilibrar os nossos corpos; é a harmonização através das cores.

     Assim como pela falta de ar, nosso corpo morre, pela falta de cor, nosso ser adoece...

     Abra os olhos, olhe atenciosamente à sua volta !

     Que prazer podermos ver o mundo com seus incontáveis matizes de cores!

 

  • olhar na direção do horizonte e enxergar os tons de laranja, amarelo e lilás do pôr-do-sol;
  • acompanhar as diversas tonalidades do verde das matas, das florestas e capoeiras;
  • erguer os olhos para o alto e encontrar de frente com o azul do céu, brincando com o branco das nuvens em diversos formatos;
  • chegar perto da fogueira da festa junina e enfrentar o vermelho do fogo, quente e estalando na madeira que arde;
  • olhar além da fogueira e observar os limites das áreas iluminadas pelas chamas em contraste com o negro das sombras;
  • encarar alguém e colher o rubor das faces envergonhadas ou tímidas;
  • o sorriso amarelo da gafe ou do mico;
  • a pele apresentando o branco do medo;

a plumagem dos pássaros...